Tá com medo do Milloooooo.....

Ooohhh...tá com medo do Milloooo...Soomooos...do Millionários de Portooo...Lutôôô...pelo meu verde negrooo...Combôôô....foi o Millo que inventooo...Tum tum tum tumOoohhh...tá com medo do Milloooo....

sexta-feira, 24 de abril de 2026

VOLTOU O BOLÃO DA COPA. E COM ELE, A CONFUSÃO DE SEMPRE.

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 Se tem uma tradição que une mais o grupo do que futebol bem jogado, é o nosso glorioso, caótico e eternamente questionado Bolão da Copa.

Sim, ele voltou.

E voltou como manda a história: cercado de dúvida, regra mal explicada, interpretação criativa, memória seletiva e aquela choradeira clássica de quem só descobre o regulamento depois de perder ponto.

Porque bolão sério qualquer um faz. Agora, bolão com cheiro de crise, discussão em áudio longo, contestação de critério e ameaça de auditoria no grupo, isso aí é patrimônio nosso e não seria fruto de uma regra criada numa mesa de bar na época de faculdade!

Aqui nunca bastou acertar placar. Tem que entender fase de grupos, critério obscuro, bônus que não fazem sentido, desempate que ninguém lembra quem criou e aquela velha cláusula oral que surge só quando interessa a algum pilantra bem colocado na tabela.

E é isso que faz essa maravilha funcionar.

Sempre aparece o cidadão que entra no bolão achando que é investimento de alta performance. Duas rodadas depois já está exigindo transparência da comissão, revisão da súmula, VAR de planilha e investigação sobre pontuação do jogo das 7 da manhã.

Do outro lado, também surgem os artistas do regulamento flexível. Os mesmos que passam o torneio inteiro defendendo que “a regra sempre foi essa”, mesmo quando ninguém nunca ouviu falar daquela regra antes do print aparecer.

E não podemos esquecer a tropa dos injustiçados profissionais. Aqueles que erram quatro jogos seguidos, chutam o campeão errado, esquecem prazo, apostam depois da bola rolar e ainda conseguem produzir um discurso de 11 minutos explicando por que foram prejudicados pelo sistema.

Ou seja: o bolão nem começou e já tem material para briga.

Do jeito que o grupo gosta.

Então está oficialmente lançada mais uma edição do tradicional Bolão da Copa do Millo, essa instituição onde ninguém entende tudo, quase ninguém concorda com nada e, no fim, todo mundo tem certeza de que foi roubado em algum momento.

E sinceramente? Se fosse simples, não seria nosso.

ABRAM SUAS APOSTAS, SUAS RECLAMAÇÕES E SUAS TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO.

O Bolão da Copa está de volta.
Quem entende as regras, explique.
Quem não entende, reclame.
Quem perder, chore.

MILLO É MILLO. O RESTO JÁ SABEMOS.




NEYMAR NA COPA OU NO MUSEU DAS BOAS LEMBRANÇAS?

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 Basta falar em Neymar no grupo que o negócio vira guerra civil.

De um lado, o Memi Futebol Clube, defendendo o homem como se ainda fosse 2015, com drible curto, ousadia e salvação da pátria no pacote. Do outro, a maioria já com alergia a replay, lesão, novela e documentário sobre auge.

A verdade é que os dois lados exageram bonito.

Quem ama o Neymar fala dele como se fosse obrigatório na Copa por decreto divino. Quem odeia já age como se o cara nunca tivesse jogado nada além de publicidade e pôquer.

Só que a pergunta é bem mais simples e bem mais cruel:

Neymar ainda tem bola pra merecer Copa ou só tem nome pra render debate?

Porque por saudade mal resolvida, leva o Ronaldinho também e faz um festival de nostalgia.

Neymar foi craque? Óbvio.

Mas em pré-Copa viver de “se ele estiver bem...” já começa com cheiro de desespero.

O problema nem é o Neymar.

O problema é o brasileiro ainda tratar o sujeito como última boia emocional da seleção.

Então fica o duelo oficial do grupo:

Memi e a tropa do “com bola no pé ele decide” vs a maioria do “já deu, supera”

Chamada final

E AÍ: NEYMAR NA COPA POR MÉRITO OU POR SAUDADE?

Hoje está liberado comentar com clubismo, raiva, nostalgia e zero equilíbrio.

MILLO É MILLO. O RESTO JÁ SABEMOS



sexta-feira, 17 de abril de 2026

COMENTARISTA TEM DE SOBRA. PRA APARECER, NEM TANTO.

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 O grupo do Millo virou uma central mundial de análise esportiva.

Tem especialista em tênis, futebol brasileiro, Fórmula 1, Champions League, Copa do Mundo e, se deixar, aparece até professor de curling nas Olimpíadas de Inverno.

O cidadão não consegue confirmar um churrasco, mas explica tranquilamente por que o lateral do Girona recompõe melhor que muito time do Brasileirão.

Pra opinar, a gurizada tá voando. Pra aparecer e jogar conversa fora, aí sempre pinta uma lesão, um aniversário, um evento do colégio, um compromisso no clube ou a clássica desculpa do “essa semana tá corrida”.

No ritmo que vai, daqui a pouco o Millo não é mais uma famiglia. É um canal de comentário esportivo sem plateia, sem cerveja e sem presença.

E o pior é a confiança. Os caras resolvem a crise do futebol brasileiro em quatro mensagens, reorganizam a Ferrari em dois áudios e criticam técnico europeu como se tivessem passado a manhã em reunião tática.

Agora junta essa seleção de sábios pra uma mesa e some metade.

Então fica a dúvida: temos um grupo de amigos ou só um monte de comentarista profissional de sofá com Wi-Fi forte?

Menos análise de curling. Mais resenha ao vivo.

MILLO É MILLO. O RESTO NOS JÁ SABEMOS



quarta-feira, 15 de abril de 2026

AINDA EXISTE MILLO OU SOBROU SÓ A FOTO DO GRUPO?

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Vamos falar a real: hoje o Millo anda parecendo mais uma foto antiga no WhatsApp do que um bando que ainda se encontra.

Porque pra postar churrasco a turma segue voando. Sempre tem carne, copo na mão e legenda bonita. O curioso é que, às vezes, o churrasco existe... só o convite pro velho verde y negro é que não. Aí complica.
E também virou moda migrar. Tem os craques do time do clube, os fenômenos do grupo de pais do colégio, os titulares da resenha paralela, os campeões do “vamos marcar”. Todo mundo muito ativo. Menos quando o assunto é juntar a turma que realmente viveu história.

E nem vem com a desculpa de que agora ninguém joga mais bola. Justamente. Talvez o ponto nem seja esse. Talvez esteja faltando menos futebol e mais vergonha na cara pra combinar uma mesa, uma ceva, um churrasco e algumas horas de corneta bem dada.

Porque o Millo, convenhamos, nunca foi só chuteira e canelada. O Millo sempre foi resenha, fumaça, amizade, exagero, provocação e aquele prazer infantil de encontrar os mesmos malucos de sempre pra falar bobagem como se nada tivesse mudado.

Então a pergunta segue em pé: ainda existe Millo ou sobrou só um grupo com foto antiga e saudade de mentira?

Se ainda existe, tá na hora de provar. Não precisa fardar, nem aquecer, nem correr risco de lesão. Basta aparecer, sentar, beber alguma coisa e jogar conversa fora como gente grande com cabeça infantil.

O blog voltou pra isso também: pra dar aquela cutucada em quem vive dizendo que o Millo é famiglia, mas anda tratando a famiglia como lembrança de arquivo.

Então é simples.

Quem ainda é Millo, apareça.
Quem não é mais, pelo menos pare de fingir nostalgia no grupo.

MILLO É MILLO. O RESTO A GENTE JÁ SABE.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MAIS UM EVENTO ARROGANTE....

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MILLO e POKER estão intimamente relacionados...por que? $$$ e arrogância!!!

Ainda mais assim num evento desses, comemorando a vinda de mais um herdeiro para a FAMILGLIA:




Além disto, a arena é VERDE Y NEGRO....MILLO É MILLO e o resto é bosta!

NÓS VOLTAMOS...

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O manto verde y negro está de volta aos gramados e em busca da taça do torneio Clausura 2013:


Na estreia neste sábado o esquadra millonaria ficou no empate com o time do Gaudérios (0x0). Porém foi um inicio promissor, com a presença de um numero grande de jogadores a disposição do treineiro Capeta!

Novos integrantes da FAMIGLIA e outras figurinhas carimbadas como o retorno das trairas (não poderias esquecer delas né...hahahah):


Xerife André #50


Matador Gito #11


Grande Pibe #10


QUE VENHA AS PRÓXIMAS BATALHAS!! MILLO É MILLO E O RESTO É BOSTA!!!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Bundão Verde y Negro

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Depois de conferir todos os posts da história ontem... não resisti ao me deparar com essa imagem.

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